O Santos sempre teve a habilidade de trazer grandes jogadores de suas categorias de base. Jovens e cheios de motivação, esses jogadores, ainda na fase inicial de suas carreiras, demonstram que, se existir uma equipe formadora bem qualificada, os resultados podem ser altamente satisfatórios.
Agora, olhando para as empresas, em que uma pessoa passa anos batalhando por inúmeras nomenclaturas de analista, será que o recurso humano está realmente sendo utilizado em sua melhor forma? Ok, alguns podem dizer que no futebol a carreira é muito curta; então faz sentido jogadores iniciarem carreiras de alta responsabilidade cedo.
Mas isso não é desculpa. Treinar todos os dias os estagiários, demonstrar claramente onde eles podem chegar, ter um equipe apenas para a formação de novos talentos. Onde vocês conseguem ver essas características em empresas?
A nova geração de estagiários demanda um crescimento rápido. Eles são altamente eficientes, em sua maioria, mas anseiam uma evolução visível na empresa e em pouco tempo de casa. A gestão que ainda vemos está adaptada a uma geração passada, em que a paciência e formas altamente hierárquicas eram bem aceitas pelos jovens.
Devemos aprender com o Santos F.C. O esforço para que os jovens se tornem grandes profissionais é diário. Imagine se, a cada mês, um treinador chamasse um jovem para ver se ele consegue acertar chutes no gol. Pronto, esse foi o desafio. Só no outro mês talvez ele seja chamado novamente. Isso não existe nas categorias de base e não deveria existir nas empresas.
Esse post foi inspirado na matéria da Revista Exame, que pode ser acessada pelo site : http://exame.abril.com.br/negocios/gestao/noticias/as-licoes-do-santos-para-qualquer-empresa-virar-campea-ou-tri
Boa Segunda!